quarta-feira, 16 de maio de 2007

Um pouco da história de nossa cidade

Hoje eu resolvi postar um vídeo muito interessante que eu roubei descaradamente do blog do pessoal do III semestre de relações públicas, por ele podemos conhecer um pouco mais sobre os primeiros anos da nossa cidade, além de poder assistir a algumas entrevistas com personalidades do cenário político conquistense.

quarta-feira, 9 de maio de 2007

O livro proibido de Roberto Carlos é uma brasa, Mora.


Não deu tempo de comprar o livro do rei antes da justiça levar tudo embora? estava muito afim de lê-lo mas estava sem grana? não conhece ninguém que tenha pra te emprestar? sua mãe te encheu o saco pra você comprar um pra ela no dia das mães? E ficou triste porque não conseguiu realizar o seu sonho, nem o da sua mãe? Não tem problema pois o bibliotecário de Babel como um bibliotecário que se preze foi nos confins do mundo e encontrou o livro pra você, infelizmente não é um LIVRO de verdade com páginas de papel, capa dura e cheirinho de tinta, mas tudo bem, o que vale é a intenção.
Pessoalmente não costumo escutar nenhum cantor com ombreiras maiores que um armário, mas se você é fã devo lembrar que baixar esse tipo de material além de ferir os direitos autorais fere uma decisão da justiça. Afinal a circulação da biografia nas lojas foi proibida.

Eis aí a vedete do momento.


domingo, 6 de maio de 2007

Faltam prossionais em bibliotecas da rede pública

O governo federal lançou, na última terça-feira, o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). O projeto traz ações para a educação em todos os níveis e tem projetos para estimular a leitura entre alunos da rede pública. Mas a iniciativa para incentivar a leitura precisará romper com problemas de infra-estrutura das escolas, que têm dificuldade em levar o livro para as crianças. Bibliotecas existem, mas faltam profissionais para cuidar delas.

A diretora da escola Classe 316 Norte, em Brasília, Marilda Pereira, diz que a falta de um professor responsável pela biblioteca impede que os alunos peguem livros emprestados para ler em casa. Para superar essa dificuldade, Marilda conta que "os professores têm trazido as crianças na biblioteca e feito aulas de leitura, aqui na biblioteca".

A mesma dificuldade é sentida na Escola Classe 102 Sul, também em Brasília. Os professores vêem o acesso a uma biblioteca na escola como fundamental para criar nos alunos o gosto pela leitura. "Mas aqui na escola a gente está com dificuldade, porque não há um profissional para dar esse suporte", cuidando da biblioteca, conta a professora Gladys Marques.

Outro problema na manutenção das bibliotecas escolares é a renovação do acervo. "Os livros de literatura são caros; mesmo que a gente peça na lista de material, nós temos uma clientela que tem dificuldade em adquirir esses livros", explica o vice-diretor da escola, Geraldo Almeida. Ele conta que muitas vezes, para obter livros novos, a escola recorre às doações da comunidade e dos alunos.

terça-feira, 1 de maio de 2007

Mr. Bean na biblioteca

Artigo da bibliotecária Ana Virgínia Pinheiro da BN

12 de março é o Dia do Bibliotecário. É um dia que deve ser marcado para lembrar, pelo menos por todo o pesquisador que buscou documentos, manuscritos, impressos e de todas as naturezas, que enfrentou a aflição de buscar informações no rico e desconhecido universo bibliográfico e documental brasileiro, sem guias, sem indicadores, sem patrocínio, e encontrou, através do Bibliotecário, o caminho.

A palavra Biblioteconomia deriva do grego bibliothéke (depósito de livros) e nomos (regra, lei), e significa a “arte de organizar e dirigir bibliotecas, de acordo com normas, regras” – sentido grafado em uma época em que “arte” era sinônimo daquilo que se adquire "pelo estudo e pelo exercício". Ao longo de sua história, a Biblioteconomia teve ilustres representantes que transformaram a arte em ciência e as regras em teorias: o estadista e inventor norte-americano Benjamin Franklin (1706-1790); o filósofo e teólogo alemão Immanuel Kant (1724-1884); os Papas Nicolau V (1388-1455) e Pio XI (1857-1939), o romancista, historiador e jornalista português Alexandre Herculano (1810-1877); a estadista israelense Golda Meir (1898-1978); e o muito ilustre Manoel Bastos Tigre (12 de março de 1882-1957), poeta, jornalista, autor teatral, humorista, compositor, engenheiro civil, publicitário e o primeiro bibliotecário selecionado por concurso para o Museu Nacional, em 1915 – patrono dos bibliotecários brasileiros.

Pode causar certo estranhamento, associar tantos nomes ilustres a uma profissão tão pouco divulgada. Mas a ação da Biblioteconomia é, geralmente, anônima e tem efeito multiplicador, nas dissertações e teses, na pesquisa científica, na busca e na localização de dados que serão transformados em informação, em espaços físicos – ou não, como os centros de referência científica, as salas de leitura e as bibliotecas públicas, populares, comunitárias, escolares, universitárias, infantis, de usuários com necessidades especiais.

Neste momento, há um menino de 12 anos ou um doutorando precisando de um bibliotecário e, certamente, há um bibliotecário buscando dados ou indicações bibliográficas para um desses pesquisadores.

Num país como o Brasil, onde as disparidades sociais transformam o livro em privilégio, o Bibliotecário tem a importância de um agente cultural e função pedagógica inquestionável. O artigo 3º do Código de Ética Profissional determina que o Bibliotecário deve “preservar o cunho liberal e humanista de sua profissão, fundamentado na liberdade da investigação ientífica e na dignidade da pessoa humana”. Essa obrigação, que deve ser cumprida como missão, contribui para uma sociedade mais justa, apesar de todas as limitações que impuseram, ao longo de anos, a desvalorização profissional, tais como: baixos salários, atividades insalubres e estressantes e falta de investimentos em treinamento e de reconhecimento, pelo mercado, de suas competências.

No Brasil, o Bibliotecário é encarado como um profissional “menor”, qualquer que seja o seu nível cultural, e muitos se surpreendem com a exigência de graduação universitária para o exercício da profissão.

Como Bibliotecária da Fundação Biblioteca Nacional e Professora da Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado Rio de Janeiro (UNIRIO), com quase 25 anos na profissão, venho conclamar todos os pesquisadores, de todas as idades, que aprenderam a respeitar o Bibliotecário, a reconhecê-lo como necessário e a partilhar com ele ânsia da busca e o fascínio do encontro da informação pretendida, a promoverem sua valorização.


Extraido do site: www.revistamuseu.com.br


Bibliotecária Ana Virgínia Pinheiro no Programa do Jô




Na semana passada, a bibliotecária responsável pelo departamento de obras raras da Biblioteca Nacional esteve no programa do Jô dando uma entrevista sobre a coleção de livros raros da BN, é uma pena que eu não tenha conseguido a entrevista completa onde ela fala sobre a importância do bibliotecário. Mas eu consegui apenas o trecho que a globo disponibilizou.
quem quiser assistir é só clicar no link abaixo.

Da série: as bibliotecas mais legais do mundo N° 1

Esta é a Biblioteca Nacional de Paris - França

sábado, 28 de abril de 2007

Dedicatória




Antes de apresentar o nosso novo blog gostaria de dedicar um poema (ou parte dele), a todos os profissionais de biblioteconomia, mas não apenas aos bibliotecários diplomados, mas também aos mediadores de bibliotecas, aos voluntários espalhados por todo o mundo, aos estudantes que sonham em poder transformar o mundo através da leitura, às pessoas que dedicam parte do seu tempo a levar cultura, diversão, informação e esperança por toda parte, dedico a todos aqueles que como Prometeu, escalam o monte Olimpo do saber e nos traz o fogo dos deuses, o fogo do conhecimento, em especial gostaria de dedicar este poema à professora Ivana, não apenas por ela ter acreditado em um sonho, mas por nos permitir sonharmos junto com ela.

"Filhos do sec'lo das luzes!
Filhos da Grande nação!
Quando ante Deus vos mostrardes,
Tereis um livro na mão:
O livro - esse audaz guerreiro
Que conquista o mundo inteiro
Sem nunca ter Waterloo...
Éolo de pensamentos,
Que abrira a gruta dos ventos
Donde a Igualdade voou!...

Por uma fatalidade
Dessas que descem de além,
O séc'lo, que viu Colombo,
Viu Guttenberg também.
Quando no tosco estaleiro
Da Alemanha o velho obreiro
A ave da imprensa gerou...
O Genovês salta os mares...
Busca um ninho entre os palmares
E a pátria da imprensa achou...

Por isso na impaciência
Desta sede de saber,
Como as aves do deserto -
As almas buscam beber...
Oh! bendito o que semeia
Livros... livros à mão cheia...
E manda o povo pensar!
O livro caindo n'alma
É gérmen - que faz a palma,
É chuva - que faz o mar."

Castro Alves "O livro e a América".


O blog o bibliotecário de Babel surgiu graças aos alunos e professores do Curso de Ciência da Informação da Faculdade Juvêncio Terra, Com o intuito de criar um ambiente virtual onde fosse possível partilharmos as nossas experiências, trazer novidades sobre a biblioteconomia e divulgarmos o nosso curso e a importância do profissional bibliotecário pelo mundo através desse veículo tão fantástico que é a internet.
Diversão, humor e entretenimento também farão parte deste espaço multimídia. Enfim, espero que no decorrer do nossos dias possamos aproveitar ao máximo tudo que aqui for apresentado e que este blog nos ajude a nos tornarmos excelentes profissionais da informação.